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São Paulo

Rogério Ceni recebe homenagem da diretoria do São Paulo

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Na véspera de completar 20 anos de história no São Paulo, o goleiro e capitão Rogério Ceni foi homenageado pela diretoria do Tricolor na manhã desta segunda-feira. Durante evento que serviu para apresentar o novo patrocinador do clube, o atleta recebeu uma placa das mãos do diretor de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, que continha a seguinte mensagem.

"Nossa gratidão e homenagem ao homem, pai, atleta, cidadão, capitão e campeão. Por 20 anos de dedicação e inspiração, defendendo com muita galhardia e glória o São Paulo"-

O jogador não escondeu a emoção com a homenagem.

- Eu só tenho a agradecer, principalmente porque o São Paulo é uma extensão da minha vida. Como minha esposa, minhas filhas, tudo que conquistei devo a esse clube. Agradeço ao São Paulo porque todos trabalham para esse clube ser cada vez maior. Hoje, a campanha não é das melhores, mas sem dúvida, vamos buscar a recuperação. É mais do que eu merecia. São 20 anos de trabalho, sou um funcionário, mas faço com muito carinho, muito amor. Agradeço de coração.

O goleiro disse que a sua relação com o clube do Morumbi é algo inexplicável.

- A cada ano, essa relação (com o São Paulo) foi se aproximando ainda mais. Os anos foram caminhando, meus cabelos foram embora, e essa aproximação foi ficando mais forte. A minha grande paixão ao entrar em campo é por vestir essa camisa - lembrou o atleta, que tem contrato com o clube até dezembro de 2012.

rogério Ceni são paulo placa Ao lado do diretor de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, Rogério Ceni exibie a placa que ganhou de presente (Foto: Marcelo Prado / Globoesporte.com)

Ceni mantém atenção à degola, mas não descarta título

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O goleiro Rogério Ceni adotou a serenidade para analisar o atual momento do São Paulo na temporada. Apesar de respirar aliviado depois do triunfo sobre o Atlético-MG, o capitão tricolor mantém a atenção aos times da parte de baixo da tabela, mas sem se esquecer de buscar a ponta do Campeonato Brasileiro.

"Talvez nosso objetivo antes estivesse mais perto da zona de rebaixamento, mas agora abrimos uma distância e o objetivo passa a ser a próxima vitória. A cada situação nova, vamos analisando nossa possibilidade de chegar. Acredito em tudo, desde cair até em título. O troféu está mais remoto, porque as equipes que ponteiam o campeonato estão com aproveitamento muito bom. Mas, em 2008, ganhamos com uma sequência boa. Por isso, não descarto nada", afirmou.

Depois de uma série de tropeços no período pós-Copa do Mundo, que culminou até na eliminação na Copa Libertadores da América, o Tricolor finalmente conseguiu se reencontrar, com a série de resultados positivos sobre Atlético-GO e Atlético-MG. Agora, o clube aparece na décima colocação, com 25 pontos, oito acima da área da degola e 13 abaixo da liderança.

"Não tinha jeito melhor para fechar o fim de semana, porque a vitória traz calma momentânea. Só ficaremos nervosos na quarta-feira de novo", afirmou.

Na noite de domingo, o São Paulo saiu na frente no placar, com gol de Casemiro, no Ipatingão. Porém, ainda no primeiro tempo, Obina marcou dois gols para virar o placar. Depois do intervalo, Marcelinho e Fernandão balançaram as redes e decretaram a vitória por 3 a 2 sobre o Atlético-MG.

São-paulinos exaltam "pegada" na vitória sobre o Atlético-MG

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Time tricolor vence em Ipatinga e mantém Atlético-MG na zona do rebaixamento. Foto: Pedro Vilela/Gazeta Press

Casemiro marcou seu segundo gol com a camisa do São Paulo
Foto: Pedro Vilela/Gazeta Press

Os jogadores do São Paulo apontam a raça como o principal ingrediente da recuperação no Campeonato Brasileiro. Depois da segunda vitória consecutiva na competição, o volante Casemiro elogiou a postura do time paulista.

"Agora, temos que buscar o G-4 para colocar o São Paulo onde não deveria ter saído. O time teve uma pegada muito forte, com todo mundo trabalhando sério. Não podíamos ficar na parte de baixo da tabela", afirmou o meio-campista, que marcou o primeiro gol no triunfo por 3 a 2 sobre o Atlético-MG.

Pela primeira vez neste período pós-Copa do Mundo, o São Paulo venceu duas partidas consecutivas: Atlético-GO e Atlético-MG. Assim como Casemiro, Jean também enalteceu a garra demonstrada pelo time no Ipatingão.

"Nós mudamos o pensamento para o segundo tempo hoje (domingo). Aumentamos a pegada, porque tem que ser assim fora de casa, deixando um pouquinho a técnica de lado", concluiu.

Gazeta Esportiva

Ceni põe fim à polêmica: "Quem manda é o treinador"

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O goleiro Rogério Ceni falou pela primeira vez sobre sua suposta interferência na substituição do São Paulo, na rodada do meio de semana do Campeonato Brasileiro. Depois da vitória por 3 a 2 sobre o Atlético-MG, na noite deste domingo, o capitão tricolor assegurou que não induziu Sérgio Baresi a colocar Cleber Santana em campo no jogo de quinta, contra o Atlético-GO.

"Quem manda aqui é o treinador. Naquele dia, apenas falei para Cleber Santana e Samuel aquecerem, porque eles são altos e logo o Sérgio os chamaria. Como poderia substituir se eu estava no gol? Em nenhum momento substitui o Cleber Santana, apenas tenho 20 anos de São Paulo e vejo o momento do jogo. O Atlético-GO tinha dois postes de zagueiros, e mais quatro Xandões. Só dei um toque para os que estavam aquecendo", analisou.

A polêmica aconteceu na partida diante do Atlético-GO, na quinta-feira. Na ocasião, Rogério Ceni chamou Cleber Santana, que aquecia atrás do gol, e o orientou a se dirigir até o técnico Sérgio Baresi para entrar em campo. Pouco depois, o treinador realmente colocou o meio-campista na partida, mas garantiu que não ouviu qualquer recado do goleiro.

"Naquele momento, o Cleber e o Samuel tinham a necessidade especial de manter o aquecimento e ir perto do Sérgio, porque eles dois são os mais altos. O Carlinhos Paraíba não ia entrar, porque os adversários tinham 1,95m. Não teve minha interferência, quem manda é sempre o treinador, independente de quem seja, e quem obedece é o jogador", reiterou.

Rogério Ceni é apenas 20 dias mais novo que o treinador interino do São Paulo e elogiou a postura do profissional em ter assumido o time em um momento turbulento.

"Não existe ninguém definitivo, nem eu no gol. Somos todos interinos, um dia vem outro e ocupa nosso espaço. Se conseguir resultado, torço por ele, que jogou comigo, é sério e trabalhador. Tem o quesito da inexperiência, pois tem 37 anos, eu não teria essa coragem, mas ele teve. Nosso time fez um jogo correto durante todo o tempo", finalizou.

Destaque da vitória, Marcelinho acaba com ansiedade

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O meia Marcelinho perdeu gols de frente para a meta nas rodadas passadas do Campeonato Brasileiro, mas se redimiu no duelo contra o Atlético-MG, na noite deste domingo. Aposta do técnico Sérgio Baresi, o garoto marcou um gol e ainda fez assistência para Fernandão no triunfo por 3 a 2 sobre o Galo.

"Conseguimos uma vitória muito importante no campeonato. Deus me abençoou com o gol. Eu estava com muita vontade de marcar e acabava errando. Mas, hoje (domingo), eu consegui", vibrou o atleta, que teve que ser substituído no decorrer da etapa final.

"Eu pedi para sair, porque estava cansado, era para entrar outro com mais gás", admitiu o atleta, que deu seu lugar ao zagueiro Samuel. Depois da partida, o técnico Sérgio Baresi revelou que fez de tudo para tentar manter o meio-campista na partida.

"Quando o Marcelinho pediu para sair, eu falei para ele ficar mais cinco minutos, e ele aceitou, mas não estava aguentando mais, até que chegou o ponto de trocá-lo", afirmou.

Alçado recentemente das categorias de base do Tricolor, Marcelinho virou titular absoluto sob o comando de Baresi e é o responsável por dar criatividade ao meio-campo são-paulino.

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