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Santos

Neymar rechaça rótulo de craque do time: "São 11 santásticos"

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Com as saídas de Wesley, André e Robinho para o futebol europeu, além da lesão de Paulo Henrique, que rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, e ficará seis meses afastado dos campos, o atacante Neymar foi alçado ao posto de craque do Santos para o restante do Campeonato Brasileiro. Mas o jogador preferiu minimizar as perdas, destacando que o elenco santista segue sendo forte.

"No Santos, são 11 jogadores 'santásticos'. Todos de alto nível. É claro que os quatro que foram embora, André, Robinho, Wesley e Ganso, fazem falta. Mas não podemos parar por aí. Estamos jogando um bom futebol mesmo sem eles", disse.

Neymar admitiu que a ausência de Paulo Henrique talvez seja a mais sentida no momento, pois ele era o organizador da equipe. "Qualquer time sentiria falta do Ganso, que é um craque e realmente está fazendo falta. No entanto, o Santos tem jogadores que podem exercer a função dele. Nós precisamos nos acostumar a jogar sem o Paulo Henrique para tentar chegar no primeiro lugar do Brasileirão", comentou.

Sobre a sua responsabilidade dentro do time, Neymar acredita que voltou a jogar o seu melhor futebol, depois de um período curto de más atuações. "Voltei a jogar bem nas finais da Copa do Brasil e estou melhor, principalmente depois que eu voltei da seleção. Espero continuar exercendo o meu futebol, com habilidade, para ajudar o Santos a conquistar os seus objetivos", encerrou.

Neymar promete volta das dancinhas

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Para quem estava com saudade das dancinhas dos jogadores do Santos, o atacante Neymar tem um recado: elas vão voltar. No primeiro semestre, os alvinegros fizeram sucesso com títulos, muitos gols e comemorações diferentes. No entanto, deixaram de dançar depois que Madson, Ganso e Neymar foram punidos por chegarem atrasados à concentração: se empolgaram comemorando o aniversário do baixinho.

Na ocasião, Neymar explicou que não havia clima para coreografias. Depois da Copa do Brasil, o clima melhorou com o título inédito, mas alguns “coreógrafos” deixaram o clube. André e Robinho, que ajudavam Neymar a bolar as comemorações, foram embora.

- O Santos ficou meio envergonhado depois que os dançarinos saíram, mas as dancinhas têm de voltar, pois alegraram o futebol - afirmou o atacante.

Neymar só não revela qual será a coreografia escolhida para o próximo gol. O Peixe volta a jogar quinta-feira, contra o Botafogo, às 21h (horário de Brasília), no Pacaembu. O atacante vai guardar o segredo até o momento certo.

Santistas dançam no Morumbi. Coreografias vão voltar (Foto: Ricardo Saibun / Site Oficial do Santos)

Dracena e o lençol de Neymar: ‘Não é legal fazer isso com bola parada’

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Na vitória por 2 a 1 do Santos sobre o Avaí, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 18ª rodada do Brasileirão, o resultado foi mero detalhe. O que chamou mesmo a atenção foi o lençol de Neymar no volante Marcinho Guerreiro, com a bola parada , repetindo o que já havia feito com Chicão, do Corinthians, no Campeonato Paulista, e que gerou polêmica. Uns acham legal, natural, demonstração de habilidade, a marca de um craque, outros não concordam, acham que é deboche, desnecessário. Um dos mais experientes do elenco santista, Edu Dracena é destes que não acharam legal a atitude da joia da Vila Belmiro:

- Quando a bola está parada é complicado. O Neymar está fazendo num impulso. É da idade, mas estamos conversando para que isso não aconteça. Tira o foco da nossa vitória para um lance só do jogo. Não vê o que o time está representando. Acho que não é legal fazer isso com bola parada. Temos que respeitar a idade dele, mas auxiliar para que não venha a acontecer de novo – afirma o zagueiro à Rádio Brasil.

Com quatro vitórias seguidas, o Peixe já está em terceiro na classificação:

- Projetamos uma melhora significativa para o segundo turno. Perdemos pontos importantes, que com certeza nos deixariam numa melhor colocação. Vamos buscar nosso terceiro título na temporada – garante.

Acho que não é legal fazer isso com bola parada"
Edu Dracena

Neste domingo, no Maracanã, o Santos enfrenta o Flamengo, no Maracanã, no fechamento do primeiro turno, e Dracena reencontrará o atacante Deivid, que foi seu companheiro no Cruzeiro e no Fenerbahçe, da Turquia:

- Tive o prazer de jogar com ele no Cruzeiro e no Fener por três anos. Sei da qualidade e capacidade dele. Não estava sendo bem aproveitado na Turquia, mas pela qualidade e experiência que adquiriu na Europa vai ser uma peça importante para o Flamengo. Só espero que isso aconteça depois do jogo contra o Santos – disse.

Se Deivid estreia, Val Baiano está em uma encruzilhada. Desde quando chegou ao Fla, o centroavante ainda não marcou um gol sequer. No entanto, o defensor sabe que esta situação pode mudar a qualquer momento e alerta para o atacante:

- É difícil porque a qualquer momento pode sair da situação. Ele não está sendo feliz nas conclusões e no posicionamento. Atenção tem que ser redobrada. A gente não pode achar que pelo fato dele não estar numa fase boa é que podemos dar bobeira – concluiu.

Sobrecarregado, Marquinhos admite fraca atuação contra o Avaí

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O meia Marquinhos não teve uma de suas melhores atuações pelo Santos na vitória sobre o Avaí, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. Bem marcado, o novo camisa 10 do Peixe pouco produziu, errando muitos passes e tendo dificuldades para fazer com que a bola chegasse aos atacantes da equipe.

"Errei muitos passes, mas em nenhum momento deixei de correr", disse Marquinhos, reconhecendo a sua má jornada, antes de prometer esforço e dedicação para que, diante do Flamengo, domingo, no Maracanã, as coisas sejam diferentes.

"É difícil você estar sempre bem. Têm dias em que você não consegue desempenhar o seu melhor futebol. Mas, equipe grande é assim. E, apesar do jogo de hoje (quinta), creio que tenho crédito com o torcedor. Estou batalhando bastante para suprir a ausência do Paulo Henrique (que se lesionou e só irá voltar ao futebol em 2011). Sei que é difícil, porém, estou buscando o meu espaço dentro do Santos", ponderou o meio-campista.

O técnico Dorival Júnior saiu em defesa de Marquinhos, admitindo que contra o Avaí, o meia ficou sobrecarregado e sem o auxílio necessário para que o seu jogo fluísse. "Realmente, o Marquinhos ficou sobrecarregado. Nós não prendemos a bola e valorizamos a posse dela, como costumamos fazer. Nesse sentido, foi uma partida atípica. Por isso, fez falta mais um jogador ali no meio", destacou.

O treinador ainda reconheceu que, jogando dessa forma, Marquinhos se cansou mais rápido, tanto que ele foi substituído por Zezinho, aos 24 minutos do segundo tempo. "Com o Zezinho ganhou um pouco mais no meio, pois eu também já havia colocado o Alan Patrick em campo. Infelizmente, não pude mantê-lo mais no jogo, pois havia o desgaste físico e tive que fazer a substituição, para que não perdêssemos espaço naquele setor", concluiu.

Eliminado pelo Avaí na Sul-americana, Santos descarta revanche

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O jogo entre Santos e Avaí na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, marca o reencontro dessas duas equipes depois que ambas se enfrentaram pela Copa Sul-americana deste ano. Na oportunidade, os catarinenses levaram a melhor e se classificaram à segunda fase da competição. Mas para os santistas, apesar disso, não há sentimento de revanche para essa partida.

"A gente não pensa dessa forma. Só queremos vencer. Claro que gostaríamos de ter ido adiante na Sul-americana, porque era um torneio que o clube não tinha vencido ainda. Porém, não passamos porque o Avaí teve méritos. Por isso, temos que esquecer o que passou e pensar somente em vencer para encostar definitivamente no líder (Fluminense)", disse o zagueiro Edu Dracena, lembrando que o Peixe está 11 pontos (38 a 27) atrás dos cariocas, com dois jogos a menos.

Na Sul-americana, o Alvinegro Praiano praticamente perdeu a vaga na etapa seguinte do campeonato ao ser derrotado pelos catarinenses no Pacaembu, por 3 a 1. Na Ressacada, o Santos ganhou por 1 a 0, placar insuficiente para a classificação do time.

Por conta disso, o Peixe sabe que não pode cometer os mesmos erros que o levaram à derrota naquele confronto no Pacaembu. "Eles têm uma equipe bem compactada. Não podemos dar espaços porque fizemos isso naquele jogo do Pacaembu e deu no que deu. Temos que entrar ligados em campo para não termos nenhuma surpresa. Vamos fazer o máximo para vencer o Avaí", comentou o meia Marquinhos.

O técnico Dorival Júnior foi outro que elogiou os catarinenses, que estão a apenas cinco pontos (28 a 23) do G-4 do Brasileirão. "O Avaí tem sido uma grata surpresa. Eles vêm em uma crescente dentro do campeonato, por estarem fazendo uma bela campanha, jogando um futebol com velocidade e boa marcação. Além disso, os dois últimos jogos contra o Santos são prova do potencial desta equipe", finalizou.

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